Abrir o shopping para cachorro custa uma circular interna, um comunicado no aplicativo e um cartaz na porta. Foi por isso que 95% dos shoppings já fizeram, e a ABNT está redigindo uma norma de recomendação para padronizar esse atendimento. Quer dizer que a política deixou de ser vantagem: o shopping do outro lado da cidade adota a mesma regra em um mês. Uma cabine ligada a ponto de água, esgoto e circuito exclusivo de 220 V não se copia por circular. É serviço pequeno, mas é serviço, e quem instala primeiro passa a ser o único endereço da cidade onde dá para lavar o cachorro no meio do passeio.
95% já são pet friendlyO que o shopping compra aqui não é o faturamento do banho, é o tempo. Enquanto o ciclo roda, o tutor não vai para o estacionamento: ele toma um café, entra em duas lojas e volta para buscar o cachorro. É uma âncora que ocupa menos de um metro quadrado e segura a família justamente no intervalo em que ela iria embora. Nenhuma vaga de estacionamento e nenhum brinquedo de praça pet faz isso com essa previsibilidade.
Tempo de permanência73% do público de shopping tem pet em casa, sendo 60% de cachorro e 30% de gato, e 41% dos shoppings já têm pet shop entre os lojistas, o que mostra que o segmento paga aluguel de shopping sem dificuldade. Você não precisa atrair ninguém: precisa oferecer, para quem já está no corredor, a única coisa que ele não consegue resolver ali. Um banho e tosa tradicional cobra de R$ 40 a R$ 60 num cachorro pequeno e de R$ 90 a R$ 150 num Golden ou num Labrador. O banho de autoatendimento no Brasil está entre R$ 10 e R$ 30.
73% do fluxo tem petO setor é grande e está investindo. São 648 shoppings em operação, R$ 198,4 bilhões de faturamento em 2024, 123.266 lojas e 18,2 milhões de metros quadrados de área locável, com mais 17 inaugurações em 2025. E o público mudou junto: 95% dos empreendimentos já recebem cachorro e quase três em cada quatro visitantes têm um animal em casa.
A resposta que o setor deu até agora foi construir praça pet. Parque D. Pedro Shopping, Américas Shopping, Mogi Shopping e Continente Shopping já entregaram os seus espaços, e o desenho se repete em todos: grama sintética, cerca, obstáculos de agility, bebedouro e lugar para o tutor sentar. É um espaço para o cachorro gastar energia. Nenhum deles tem água quente, dreno e secagem.
O resultado no chão é sempre o mesmo. O cachorro passa três horas no piso, cumprimenta meio corredor, deita no carpete da praça de alimentação e volta para o carro exatamente como entrou, só que mais sujo. O tutor sabe disso antes de sair de casa, e é por isso que boa parte deles ainda deixa o cachorro em casa no sábado à tarde. Cabine fechada dentro de shopping já não é hipótese no Brasil: tem equipamento funcionando em shopping em Santa Catarina, com o banho vendido a partir de R$ 30 num mercado em que a média do banho e tosa fica perto de R$ 70.
Tem um item que precisa ser dito antes do preço, e é melhor dizer agora. Ponto de água e energia o shopping tem de sobra. Saída de esgoto, não necessariamente: sala interna de corredor e quiosque de vão central quase nunca têm, e uma parte das salas só tem prumada perto do sanitário, da praça de alimentação ou da doca. Esse é o item que decide qual ponto do empreendimento recebe a máquina, e é a primeira coisa que a gente vai perguntar quando você pedir o orçamento.
O tutor coloca o cachorro na cabine, fecha a porta e volta para o corredor. Daí em diante quem trabalha é a máquina: água, shampoo, enxágue, condicionador e enxágue final, com a água a 38 °C ± 2 °C sob controle PID e pressão regulável de 1 a 5 bar. A secagem é de canal duplo e fica em até 65 dB, contra os mais de 100 dB de um secador de mão — num corredor fechado, com lojista dos dois lados, é essa diferença que decide se o ponto continua onde está. No fim, cerca de 4 minutos de desinfecção com UV-C, infravermelho e ozônio, com 99,9% de eficácia, e a cabine já está pronta para a próxima pessoa da fila. No ciclo entram shampoo e condicionador de pet, e só. Perfume e óleo essencial ficam fora do projeto, porque óleo essencial faz mal ao fígado e aos rins do gato.
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A PetWash Store tem 780 mm de largura, mais ou menos a frente de um armário refrigerado, e entra numa sala pequena ou ao lado de um quiosque sem redesenhar o ponto que a administração já aprovou. Estreita não quer dizer só cachorro pequeno: a Store mantém o ciclo completo e os mesmos 70 kg do resto da linha, o que cobre do Shih Tzu ao Golden e ao Labrador. Numa operação em que o aluguel é o maior custo fixo, o que ocupa pouco e trabalha sozinho tem outra conta.

A porta tem vidro, então o tutor acompanha o ciclo inteiro de fora e quem passa no corredor também vê. Num shopping isso joga a favor: o banho acontece à vista de todo mundo, sem porta fechada e sem sala nos fundos. Por trás do vidro há radar mmWave e sensor infravermelho de presença, e passados 30 segundos sem detectar presença a porta destrava sozinha. Tem botão físico de emergência e sondas NTC que cortam o ciclo se a água ou o ar passar de 42 °C. É esse conjunto que a administração vai querer ver descrito na proposta.

O movimento de shopping não é constante: concentra em algumas horas do fim de semana e é nelas que a fila aparece ou não. A PetWash Pro usa a mesma câmara da Max e faz o ciclo mais rápido da linha, o que é o que interessa quando o gargalo é a espera no corredor. A cobrança acompanha: Pix, cartão por aproximação, moeda ou ficha na própria cabine, interface MDB e Pulse reservada para a maquininha brasileira com que você já trabalha, ou simplesmente um botão liberado no balcão do quiosque, sem terminal nenhum na máquina.
A instalação é água, energia e esgoto. Num shopping, o que varia de um ponto para o outro é a distância até o dreno.

780 mm de largura com o ciclo completo e os mesmos 70 kg. É a que entra num ponto de corredor sem discutir metro quadrado com a administração.
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Mesma câmara da Max e o ciclo mais rápido da linha. Para o ponto em que a fila de sábado já apareceu.
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A segunda porta abre um ponto de retoque manual, com pistola de água morna e secador, para insistir em pata, barriga e rabo depois do ciclo. Ela não alarga a entrada nem aumenta a câmara.
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Entre 350 mil e 520 mil condomínios no país e apartamento de aluguel médio em 58 m². Quem decide é a assembleia, e a lavanderia compartilhada já abriu o caminho.
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Cerca de 2.500 pontos no país, já com contrato de área comum, Pix e rota de reposição. Falta a única linha que ninguém pede por aplicativo.
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Mais de 27.000 lavanderias no país e o cliente já operando a máquina sozinho. Água, dreno e circuito exclusivo são o negócio em si.
Ver mais →Conte em qual shopping é o ponto, quantos metros quadrados a sala ou o quiosque tem e a que distância fica a saída de esgoto mais próxima. Respondemos com o modelo indicado, prazo de fabricação e frete até o seu porto.
Sem spam. Seus dados são usados só para preparar seu orçamento.
Faça essa pergunta antes de assinar a locação, porque é o item que mais atrasa projeto no Brasil. A cabine precisa de uma saída para o ralo ou para o esgoto, com filtro de pelo. Sala interna de corredor e quiosque de vão central costumam não ter; a prumada normalmente está perto do sanitário, da praça de alimentação ou da doca. Mande a planta do piso com a posição do ponto e dizemos o que aquele endereço precisa antes de você comprar qualquer coisa.
Os dois caminhos acontecem. A administração pode comprar como facilidade do empreendimento, junto com a praça pet, ou você aluga uma sala ou um quiosque e opera por conta própria, que é o formato mais comum hoje. Em qualquer um dos dois nós vendemos o equipamento e ele é seu: sem taxa de franquia, sem royalties e sem exclusividade de território. Você define o preço do banho e fica com o faturamento.
A secagem é de canal duplo e trabalha em até 65 dB, contra os mais de 100 dB de um secador de mão. Num corredor fechado essa diferença é o que separa um ponto aprovado de uma reclamação do lojista vizinho na semana seguinte.
Ninguém. Terminado cada atendimento, a cabine roda sozinha cerca de 4 minutos de desinfecção com UV-C, infravermelho e ozônio, com 99,9% de eficácia. Isso importa num shopping porque a próxima pessoa da fila está olhando para dentro da cabine enquanto espera.
Do jeito que fizer sentido para a sua operação. A cabine cobra sozinha em Pix, cartão por aproximação, moeda ou ficha, e traz interface MDB e Pulse para você instalar o terminal brasileiro com que já trabalha. O Pix responde por 54,7% das transações do país. Se você tem atendente no quiosque, o ciclo também parte por botão no balcão, sem terminal nenhum na máquina.
Não. É monofásico. A versão brasileira sai em 220 V, e o que ela pede é circuito exclusivo, com disjuntor próprio e aterramento — a mesma lógica de um chuveiro elétrico, que também não divide o circuito com o resto da sala. Não é tomada comum: o plugue segue o padrão NBR 14136 e, onde o projeto elétrico preferir, a ligação pode ser direta. Isso entra no projeto da loja junto com o resto, e qualquer eletricista da sua região executa.
Cabe. Max, Pro, Store e Tub trabalham até 70 kg, que é a faixa que cobre a grande maioria dos cachorros de família e de trabalho no Brasil, e a Mini, de uso interno, até 15 kg. A Store tem 780 mm de largura no corpo da máquina, e isso não reduz a capacidade nem encurta o ciclo.
O que dá para dizer com precisão é o que entra no ciclo: shampoo e condicionador de pet, e só. Perfume e óleo essencial ficam fora do projeto, porque óleo essencial faz mal ao fígado e aos rins do gato. São 30 milhões de gatos no Brasil, e é a população que mais cresce.
Porque o número muda conforme o modelo, a quantidade de máquinas e o frete até o seu porto, e um preço inventado aqui só atrasaria a sua conta. O que dá para dizer com precisão é o custo variável: de 2 a 2,5 kWh e de 90 a 110 litros de água por banho, e 4 litros de shampoo para 150 a 160 banhos. O resto está com você: quanto cobra o banho e tosa da sua região e quantos cachorros passam pelo corredor num sábado.