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Cabine PetWash Store de 780 mm de largura instalada na garagem de um prédio
Cabe na garagemSecagem em ≤ 65 dBAté 70 kg

Máquina de banho para cachorro em condomínios

O apartamento de aluguel no Brasil já está em 58 m², e o banho do cachorro não cabe mais dentro de casa. A área comum cabe. Fabricamos a cabine fechada de banho automático e vendemos direto para o condomínio, sem taxa de franquia e sem royalties. Cães e gatos de até 70 kg, secagem em ≤ 65 dB e versão brasileira em 220 V. Conte como é a garagem do prédio e mandamos o orçamento para o síndico levar na assembleia.

O e-mail já basta — o resto perguntamos ao responder.

Respondemos em 24 horas em dias úteis.

Direto da fábricaVocê compra de quem monta a máquina. Sem intermediário, sem taxa de franquia e sem royalties sobre a arrecadação do condomínio.
1 ano de garantia, 5 anos no motorUm ano no equipamento completo e cinco anos no motor e no sistema de tratamento de água, com suporte depois disso. Defeito diagnosticado por videochamada e peça em garantia enviada pela fábrica sem custo.
Envio para o mundo todoMarítimo para os pedidos padrão; FedEx, DHL ou UPS quando tem pressa. Embalagem preparada para exportação.
OEM e marca própriaCor da carenagem, logo e idioma da tela conforme a sua especificação, aprovados com você antes de a produção começar.

Na assembleia, quem decide é o vizinho que não tem cachorro

O barro do passeio para antes do elevador

Hoje o cachorro volta do passeio, da chuva ou do parquinho e atravessa o hall social pingando barro até o apartamento. Com a cabine na área comum, o banho começa e termina antes do elevador: o animal entra molhado na cabine e sai seco dela. Quem mora no prédio e não tem cachorro sente essa mudança todo dia, mesmo sem nunca usar o equipamento.

Área comum

Ninguém do prédio limpa a cabine

Terminado cada banho, a cabine roda sozinha cerca de 4 minutos de desinfecção com UV-C, infravermelho e ozônio, com 99,9% de eficácia, antes do próximo morador entrar. O zelador não entra na cabine, a limpeza não vira tarefa extra do contrato de conservação e o condomínio não precisa contratar ninguém para operar o equipamento.

4 minutos

Quem não tem cachorro não paga nada

A máquina cobra sozinha em Pix, cartão por aproximação, moeda ou ficha, e traz interface MDB e Pulse para o terminal brasileiro que a administradora já usa. Quem usa, paga; quem não tem animal fica fora do rateio. E a arrecadação entra no caixa do condomínio, do mesmo lado da planilha em que hoje só existe despesa, num país em que a taxa condominial média já está em R$ 516 por mês.

Pix e cartão

A decisão passa pela assembleia, e isso muda a proposta inteira

O Brasil tem entre 350 mil e 520 mil condomínios, conforme o levantamento que você consultar, e o Censo 2022 do IBGE mostra que um em cada oito endereços do país está dentro de um. Só que o síndico não é um gerente contratado para decidir: ele é eleito pelos condôminos, a administradora cuida da papelada, e qualquer coisa que ocupe área comum vai a voto em assembleia. Quem você convence primeiro não é o comprador. É a pessoa que vai levar a pauta.

A boa notícia é que o caminho já foi aberto pela lavanderia compartilhada, que hoje roda em condomínio brasileiro em três formatos: o condomínio compra o equipamento e fica com a arrecadação inteira, o condomínio aluga, ou um operador instala por conta própria e divide. Qualquer que seja o formato, a assembleia decide sempre as mesmas três coisas — onde o equipamento fica, quem paga a adequação elétrica e quem responde pela manutenção. Chegue na reunião com essas três respostas fechadas e a pauta anda numa noite.

Espaço pet virou item de área de lazer: 38% dos compradores de imóvel colocam o espaço pet entre os itens mais valorizados e ao menos 30% procuram por ele. Só que o espaço pet que existe hoje é grama, obstáculo e bebedouro — o banho nunca esteve lá. Para a planilha da assembleia, os números que a gente fecha são estes: cada serviço consome de 2 a 2,5 kWh e de 90 a 110 litros de água, que saem da conta do condomínio, e 4 litros de shampoo rendem de 150 a 160 banhos. O preço do banho quem define é o prédio, olhando o que o banho e tosa do bairro cobra por porte e quantos cachorros moram ali dentro.

O que o morador faz sozinho, de chinelo, no térreo

O tutor desce com o cachorro na guia, coloca o animal na cabine e fecha a porta. Daí em diante quem trabalha é a máquina: água a 38 °C ± 2 °C com controle PID e pressão regulável de 1 a 5 bar, shampoo, enxágue, condicionador e enxágue final, e depois a secagem de canal duplo em até 65 dB — um secador de mão passa de 100 dB, e num prédio essa diferença é a que separa um serviço novo de uma reclamação no regimento interno. No fim, a desinfecção automática de cerca de 4 minutos deixa a cabine pronta para o vizinho do 302 sem que ninguém precise entrar ali.

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O que vai aparecer no grupo do prédio

PetWash Store, cabine de 780 mm de largura encostada na parede de uma garagem

Ela cabe sem tirar vaga de ninguém

A Store tem 780 mm de largura e mantém o ciclo completo e os mesmos 70 kg dos modelos maiores. Estreita aqui é medida de instalação, não de capacidade — ela encosta na parede da garagem, no fundo da área de serviço ou ao lado do espaço pet que o prédio já tem. Essa é a primeira pergunta que aparece na assembleia e costuma ser a que derruba proposta.

Tutor acompanhando o cachorro pelo vidro da porta da cabine de banho

A resposta de segurança que a assembleia vai pedir

Quem lava o cachorro é o próprio tutor, do lado de fora, vendo tudo pelo vidro da porta. Dentro da cabine, radar mmWave e sensor infravermelho detectam presença: se ficar 30 segundos sem sinal de vida, a porta destrava sozinha. Tem botão físico de emergência e sondas NTC que cortam se a água ou o ar passar de 42 °C. Leve isso escrito para a reunião, porque essa pergunta vem sempre.

PetWash Max com a segunda porta e o ponto manual de retoque

O cachorro que volta enlameado do parquinho

A Max tem uma segunda porta com um ponto manual de retoque — pistola de água morna e secador — para insistir em patas, barriga e cauda depois do ciclo automático. Em condomínio com muito cachorro grande, ou perto de praia liberada e de ParCão, é o que impede que a lama volte para o elevador. A câmara é a mesma da Pro e os 70 kg são os mesmos.

O que levantar antes de pautar na assembleia

Água, esgoto e energia

  • Água: um ponto de água fria com registro
  • Esgoto: o dreno ligado ao ralo ou ao ramal de esgoto, com filtro de pelo
  • Energia: 220 V em circuito exclusivo, com disjuntor próprio, aterramento e tomada de 20 A no padrão NBR 14136

O lugar dentro da área comum

  • Piso firme e nivelado, em ponto coberto
  • Um caminho até a cabine que não passe pelo hall social
  • Ponto estreito: a Store passa em 780 mm de largura

O que a assembleia precisa decidir

  • Quem paga a adequação elétrica do circuito exclusivo
  • Quem responde pela manutenção e pela reposição de shampoo
  • Como o morador paga, e se a portaria libera o ciclo por botão

Solicitar orçamento

São três ligações: água, esgoto e energia. Qualquer instalador da cidade faz, e a gente acompanha a partida por videochamada, em português.

A vaga que sobrou na garagem decide o modelo

PetWash Store, cabine de 780 mm de largura
Garagem apertada

PetWash Store

780 mm de largura

780 mm de largura mantendo o ciclo completo e os 70 kg. É o modelo que mais entra em canto de garagem e em fundo de área de serviço.

Ver a Store →
PetWash Max com o ponto manual de retoque
Lama e areia

PetWash Max

até 70 kg

Acrescenta a segunda porta com ponto manual de retoque, com pistola de água morna e secador, para patas e barriga.

Ver a Max →
PetWash Pro, cabine fechada de uma porta
Prédio com muito cachorro

PetWash Pro

até 70 kg

Mesma câmara da Max e o ciclo mais rápido da linha. Para torre grande ou conjunto de vários blocos com uma cabine só.

Ver a Pro →

Comparar os cinco modelos

Outros pontos que já estão no caminho do morador

Cabine de banho pet ao lado de um minimercado autônomo dentro de um condomínio

Mercados autônomos

Já são cerca de 2.500 pontos de loja autônoma no país. Eles já têm o contrato com o condomínio e o pagamento resolvido, e falta o banho.

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Cabine de banho pet instalada dentro de uma lavanderia self-service

Lavanderias self-service

São mais de 3.000 lavanderias de autoatendimento, com água, esgoto e circuito elétrico já dimensionados para o negócio.

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Cabine de banho pet instalada em um shopping pet friendly

Shoppings

São 648 shoppings no Brasil e 95% já são pet friendly. O cachorro entra, passeia a tarde inteira e não tem onde tomar banho.

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Orçamento para levar na próxima assembleia

Diga a cidade, quantas unidades tem o condomínio e onde a cabine ficaria — garagem, área de serviço ou ao lado do espaço pet. Se souber se há ponto de água e esgoto por perto, melhor ainda. Respondemos com preço, prazo de fabricação e opções de envio.

  • Direto da fábrica: sem taxa de franquia e sem royalties sobre a arrecadação
  • Versão brasileira em 220 V, circuito exclusivo e tomada de 20 A no padrão NBR 14136
  • Produção em até 25 dias úteis, com condições de pagamento no orçamento

Sem spam. Seus dados são usados só para preparar seu orçamento.

Perguntas que sempre aparecem na assembleia

Precisa mesmo de aprovação em assembleia?

Sim, porque o equipamento ocupa área comum. É o mesmo caminho que a lavanderia compartilhada já percorre em condomínio brasileiro. O papel do síndico é levar a pauta; a assembleia decide o local, quem paga a adequação elétrica e quem responde pela manutenção. Mandamos a ficha técnica e o diagrama de ligações para a proposta chegar na reunião com número em vez de estimativa.

Que instalação elétrica a cabine pede?

A versão brasileira sai em 220 V, com circuito exclusivo, disjuntor próprio, aterramento e tomada de 20 A no padrão NBR 14136, ou ligação direta. São cerca de 19,5 A, então tomada de 10 A não atende. Está escrito no orçamento e no manual, e não precisa de trifásico. O eletricista que já atende o prédio resolve com o diagrama que mandamos junto, e essa é a linha de custo que a assembleia precisa ver antes de votar.

Quem limpa a cabine entre um morador e outro?

Ninguém. Terminado cada serviço, a cabine roda sozinha cerca de 4 minutos de desinfecção com UV-C, infravermelho e ozônio, com 99,9% de eficácia. O zelador não entra e a limpeza não vira tarefa nova para a equipe do prédio.

E o barulho da secagem à noite?

A secagem é de canal duplo e trabalha em até 65 dB, contra os mais de 100 dB de um secador de mão. É a diferença entre um equipamento que roda no horário que o regimento interno permite e um que gera reclamação na primeira semana.

Como o morador paga?

A máquina cobra sozinha em Pix, cartão por aproximação, moeda ou ficha, e tem interface MDB e Pulse para instalar o terminal brasileiro com que a administradora já trabalha. Se o condomínio preferir, o ciclo também pode ser liberado por um botão na portaria, sem terminal nenhum na máquina.

Serve para gato?

Serve. A cabine é fechada, a água sai a 38 °C ± 2 °C e o ciclo trabalha com shampoo, condicionador, enxágue e ar quente. Perfume e óleo essencial ficam fora do projeto, porque óleo essencial faz mal ao fígado e aos rins do gato. O Brasil tem cerca de 30 milhões de gatos e é a população pet que mais cresce, então essa pergunta aparece.

Quanto custa a máquina?

O preço muda conforme o modelo, a quantidade de cabines e o frete até o porto, então um número solto aqui não ajudaria o condomínio. O que dá para dizer com precisão é o custo por banho: de 2 a 2,5 kWh e de 90 a 110 litros de água por serviço, e 4 litros de shampoo rendendo de 150 a 160 banhos. Junte a isso o preço do banho e tosa do seu bairro por porte e quantos cachorros moram no prédio, e a conta fecha. Conte como é o seu condomínio que mandamos o orçamento fechado.

E se der defeito?

A garantia é de um ano no equipamento completo e de cinco anos no motor e no sistema de tratamento de água, com suporte depois disso. O defeito é diagnosticado por videochamada, com o zelador ou o eletricista do prédio na frente da máquina; a peça em garantia sai da fábrica sem custo e a atualização de software é remota, sem ninguém precisar viajar.