Porque ele muda com três coisas que só você sabe: qual modelo, quantas máquinas e para qual porto. Um número solto aqui só serviria para decepcionar alguém depois. O que a gente diz com precisão é o custo de operar: cada banho consome de 2 a 2,5 kWh e de 90 a 110 litros de água, e 4 litros de shampoo rendem de 150 a 160 banhos. Os outros dois números são seus e você levanta numa tarde — quanto o banho e tosa do seu bairro cobra por porte e quantos cachorros passam na sua porta por dia. Com os quatro na mão, a conta fecha antes da nossa resposta chegar.
Não. A gente é fábrica e vende o equipamento; a máquina é sua a partir do dia em que chega. Sem taxa de franquia, sem royalties sobre o seu faturamento, sem fundo de marketing e sem exclusividade de território dizendo onde você pode instalar. Você escolhe o ponto, define o preço do banho e fica com a arrecadação inteira. O que vai junto com a máquina é o diagrama de ligações, o acompanhamento da partida e a garantia.
Dá para começar com uma máquina, e é assim que a maioria começa: uma unidade no ponto que você já conhece, para medir movimento de verdade antes de repetir. A quantidade entra na conta do preço por máquina e no rateio do frete, então vale dizer no primeiro contato quantas você imagina no primeiro ano, mesmo que a primeira compra seja de uma só.
O orçamento chega com duas linhas separadas: a máquina saindo da fábrica (EXW) e o frete até o porto que você indicar. Vem separado porque muito comprador brasileiro prefere fechar frete e desembaraço com o próprio despachante, e para isso precisa enxergar os dois valores. Junto vão o modelo indicado, a configuração elétrica brasileira, o prazo de produção, as condições de pagamento e os documentos do equipamento.
CE, pela Diretiva de Baixa Tensão 2014/35/UE e pela Diretiva CEM 2014/30/UE, e RoHS. Os certificados e a ficha técnica vão anexados ao orçamento, antes de você assinar qualquer coisa, para o seu despachante olhar com calma.
Dá. Cor da carenagem, logo e idioma da tela conforme a sua especificação. O layout é aprovado com você antes de a produção começar, o que costuma ser o caminho de quem vai instalar em rede e quer a mesma cara em todos os pontos.
A produção leva até 25 dias úteis, contados da aprovação do pedido e, quando a máquina sai com a sua marca, da aprovação do layout. Depois vem o envio: marítimo nos pedidos padrão, ou FedEx, DHL e UPS quando tem pressa. A embalagem já sai preparada para exportação.
Três ligações. Um ponto de água fria com registro; o dreno da máquina ligado ao ralo ou ao ramal de esgoto, com filtro de pelo e caimento; e energia em 220 V, em circuito exclusivo com disjuntor próprio e aterramento, em tomada de 20 A no padrão NBR 14136 ou em ligação direta. Tomada comum de uso geral não atende. Fora isso, piso firme e nivelado em área coberta. Qualquer instalador da sua cidade dá conta com o diagrama de ligações que mandamos antes de a máquina chegar.
Por causa da conta de corrente. As cabines grandes são de 4300 W monofásico: em 127 V isso daria 33,9 A, bem acima das duas únicas versões que a NBR 14136 prevê, que são 10 A e 20 A. Em 220 V a mesma máquina puxa cerca de 19,5 A e cabe na versão de 20 A, a do pino grosso — mas cabe no limite, e é por isso que o circuito é exclusivo, com disjuntor próprio e aterramento. Tomada comum, dividida com o resto da loja, não segura essa carga. Por isso a versão que sai daqui para o Brasil já vem em 220 V, com plugue NBR 14136 e com o circuito exclusivo escrito no orçamento e no manual — inclusive a Mini. Diga a tensão da rede do seu ponto no primeiro contato: é a informação que a engenharia pede antes de fechar a configuração.
Não precisa, é monofásico. Essa costuma ser a primeira pergunta do eletricista e a resposta é curta: o que a máquina pede é um circuito exclusivo em 220 V com disjuntor próprio e aterramento, não uma entrada trifásica nova. Ele resolve com o diagrama de ligações que vai junto com o equipamento.
Depende do modelo, e as medidas exatas estão na ficha técnica que acompanha o orçamento — leve para o seu instalador marcar no chão antes de você comprar. O que dá para adiantar é o caso mais apertado: a Store passa em 780 mm de largura mantendo o ciclo completo e os mesmos 70 kg, e é ela que resolve canto de garagem, corredor de loja estreita e o vão ao lado de um minimercado autônomo. Além do corpo da máquina, reserve espaço para a porta abrir e para o tutor manobrar com o cachorro na guia.
Quem instala é profissional da sua cidade, o mesmo hidráulico e o mesmo eletricista que você chamaria para abrir um ponto de água e puxar um circuito novo. A gente manda o diagrama de ligações antes da entrega e acompanha a partida por videochamada, em português. Onde já existem água, esgoto e quadro por perto, o trabalho é de ligação.
A regra é municipal, então a resposta que vale é a da sua prefeitura. Na prática, quem opera banho para cachorro trabalha com o alvará de funcionamento e com o que a Vigilância Sanitária do município exige de um banho e tosa: piso e parede laváveis, ralo sifonado, ventilação e destino certo para o pelo e para a água. Em condomínio tem mais um passo, porque uso de área comum se decide em assembleia e é o síndico quem leva a proposta. A ficha técnica e o diagrama de ligações servem para você levar nas duas conversas, e a gente manda os dois antes da compra.
Varia com o porte e com a pelagem do cachorro, e varia com o modelo. Entre as cabines fechadas, a Pro é a de ciclo mais rápido: tem a mesma câmara da Max e é feita para girar cliente. O tempo de ciclo de cada modelo vai na ficha técnica junto com o orçamento. Um detalhe que costuma passar batido: os cerca de 4 minutos de desinfecção rodam depois que o tutor já saiu com o cachorro, então não ocupam o cliente nem seguram a fila.
O que acalma o cachorro age antes de qualquer sensor. A porta tem vidro e o tutor fica do lado de fora acompanhando o banho inteiro, então o cachorro enxerga a pessoa dele o tempo todo. A água sai a 38 °C ± 2 °C com controle PID e a pressão é regulável de 1 a 5 bar. E a secagem é de canal duplo, trabalhando em até 65 dB, contra os mais de 100 dB de um secador de mão — o barulho é a parte que mais assusta animal no banho, e é justamente onde a diferença é maior.
A cabine sabe que tem alguém lá dentro. Radar mmWave e sensor infravermelho detectam presença e, se ficar 30 segundos sem sinal de vida, a porta destrava sozinha. Tem botão físico de emergência para parar tudo na hora e sondas NTC que cortam o ciclo se a água ou o ar passar de 42 °C. O vidro na porta serve para isso também: quem está do lado de fora vê e age, sem depender de aviso na tela.
A secagem de canal duplo trabalha em até 65 dB, contra mais de 100 dB de um secador de mão de banho e tosa. Em condomínio esse número é o que decide a conversa na assembleia, porque a máquina costuma ir para a garagem ou para a área de serviço, com apartamento em cima. Vale combinar o horário de funcionamento na mesma reunião em que se define o ponto de instalação.
Ninguém. Terminado o serviço, a cabine roda sozinha cerca de 4 minutos de desinfecção com UV-C, infravermelho e ozônio, com 99,9% de eficácia. O próximo tutor entra numa cabine já higienizada, sem funcionário no meio. O que sobra para a sua equipe é rotina: filtro de pelo e reposição de shampoo e condicionador.
O ciclo trabalha com água, shampoo, condicionador, enxágue e ar quente, e para por aí. Perfume e óleo essencial ficaram fora do projeto de propósito, porque óleo essencial faz mal ao fígado e aos rins do gato. O Brasil tem cerca de 30 milhões de gatos e é a população pet que mais cresce — quem leva gato para banho pergunta isso antes de perguntar o preço.
Cabe. Max, Pro, Store e Tub trabalham com cães e gatos de até 70 kg, que é a faixa onde entram Golden, Labrador e pastor alemão e onde está a maioria dos cachorros de porte grande e gigante do Brasil — justamente os que não cabem no banho dentro de casa e os que o banho e tosa cobra mais caro. A Store mantém os mesmos 70 kg com 780 mm de largura. A Mini vai até 15 kg e é feita para uso interno.
Nas cabines fechadas quem coloca o cachorro, escolhe o ciclo e leva embora é o próprio tutor, e a máquina faz o resto sozinha. A Tub é outra proposta e é bom saber disso antes de escolher: é um tanque aberto semiautomático, com uma pessoa dando o banho de chuveirinho na mão, aproveitando o aquecimento, a dosagem e o tratamento de água do equipamento. Ela é para quem já tem banhista na equipe e quer ganhar em água, shampoo e tempo.

O apartamento médio de locação já está em 58 m². Quem decide é a assembleia, e o síndico precisa levar números.
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São 45.125 postos em operação no país, com água, ralo, cobertura e caixa já instalados. A ficha vendida na loja de conveniência já é hábito.
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Sete tipos de ponto, agrupados por quem assina a compra e por onde o dinheiro volta.
Ver mais →Conte a cidade, o tipo de ponto, a tensão da rede e quantos metros livres você tem perto da água e do quadro. Respondemos com o modelo indicado, o prazo de produção, o frete até o seu porto e a resposta da pergunta que faltou aqui.
Sem spam. Seus dados são usados só para preparar seu orçamento.
De 2 a 2,5 kWh e de 90 a 110 litros de água por banho. Com a tarifa de energia e de água da sua cidade, esses dois números viram o custo variável exato de cada ciclo, que é a conta que o seu contador vai pedir. O terceiro insumo é o shampoo, e ele rende: 4 litros dão de 150 a 160 banhos.
Pode. Você abastece os reservatórios com shampoo e condicionador de uso pet comprados aqui no Brasil, no fornecedor que já te atende. A escolha da marca é sua e o consumo é fácil de planejar, porque 4 litros rendem de 150 a 160 banhos.
Aceita. Pix, cartão por aproximação, moeda e ficha. O Pix já é mais da metade das transações do país e é assim que o tutor espera pagar um banho. Se o seu ponto já trabalha com uma maquininha, a máquina traz interface MDB e Pulse para você instalar nela o terminal brasileiro com que já opera, em vez de trocar o que já funciona.
Dá, e em muito ponto é o melhor caminho. Um botão libera o ciclo e a venda acontece no seu balcão — é o que faz sentido em pet shop, em banho e tosa e na loja de conveniência de um posto de combustível, onde o cliente passa pelo caixa de qualquer jeito e comprar a ficha no balcão já é um hábito conhecido. A Mini trabalha exatamente assim, para uso interno.
Um ano no equipamento completo e cinco anos no motor e no sistema de tratamento de água, que são as duas partes caras. Depois desse prazo o suporte continua: a conversa não termina no dia em que a garantia vence.
O processo é este e vale para qualquer cidade do Brasil. Você chama, o defeito é diagnosticado por videochamada com o seu técnico na frente da máquina e a nossa engenharia do outro lado, e boa parte se resolve ali mesmo. Se for peça, a peça em garantia sai da fábrica sem custo. Se for software, a atualização é remota e ninguém precisa viajar. O que a gente pede é que você tenha um eletricista e um hidráulico de confiança na agenda: a mão é local, o diagnóstico e a peça vêm de nós.
Dá, e é o desenho mais comum de quem repete. A máquina é sua, sem exclusividade de território, então o segundo ponto pode ser a três quadras do primeiro. A atualização de software é remota para todas, o insumo é o mesmo e a rotina de operação também — o que muda de um ponto para o outro é quem assina a instalação e como o cliente paga.